Aqui na Amazônia acontece cada uma. Um antropólogo foi visitar uma aldeia indígena e levou a mulher e a filhinha. A menina olha pra aquele monte de índio pelado, as mulheres com tetas ao ar livre, os homens andando de um lado pra outro com o saco e o resto balançando, e pergunta pro pai “Paiê... por que é que alguns índios têm aquilo porrudos (enorme) – apontando para o pênis dos índios -, enquanto outros têm uns tão jitinhos (pequenininhos)?” E o pai, buscando uma resposta adequada, explica “Ah... os homens muito importantes têm o ‘bilau’ grande e os de pouca importância têm o ‘bilau’ pequeno!”. Dali a pouco, o antropólogo sente falta da sua mulher e pergunta pra filha “Filha, cadê sua mãe?”. E a cunhatã responde “Ela estava aqui, batendo papo com um índio de pouca importância. Aí, ele foi ficando cada vez mais importante e os dois foram pro meio do mato!”.
De João Pinheiro Neto.
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